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Série NetCartas: Blackjack, o jogo do cassino

Também conhecido no Brasil como vinte-e-um, o Blackjack é o mais popular jogo de baralho em cassinos no mundo. Ao contrário do pôquer, ele pertence à categoria dos “bancados”, nos quais os ganhos são proporcionais às apostas (como na roleta, por exemplo). É fundamental, claro, a participação de uma banca, representada por um crupiê que não está realmente jogando como os outros. Saiba tudo sobre este jogo agora.

O crupiê contra todos

A interação entre jogadores no Blackjack é quase nula. Todos jogam contra a banca, cada um tentando faturar com suas próprias apostas. O importante é vencer o crupiê e não os parceiros de jogo.

O crupiê, por sua vez, joga seguindo regras muito estritas, quase como se fosse um robô ou um programa de computador. As instruções que ele deve seguir ficam escritas no pano da mesa.

Faz um 21

O Blackjack é jogado com o baralho inglês comum, de 52 cartas (os coringas ficam de fora). Como o jogo é composto por muitas partidas muito rápidas, o ideal é jogar com vários baralhos. Há quem adote a regra de usar seis baralhos, três de cada cor. Quanto mais baralhos, maior a vantagem para o crupiê.

No Blackjack, a aposta vem primeiro. Para receber cartas, cada jogador coloca as fichas de sua aposta no campo correspondente – e não pode tocar nelas depois.

No começo do jogo, o crupiê dá duas cartas para cada jogador. Todas elas têm exatamente o valor numérico, exceto as figuras e o ás. As figuras (valete, dama e rei) valem 10 pontos, e o ás vale 1 ou 11 pontos – o que for mais vantajoso para o jogador que o tem na mão. Os naipes são totalmente irrelevantes.

Depois da distribuição de duas cartas para cada jogador, o crupiê serve-se de uma carta só. Nesse momento, cada jogador pode pedir à banca quantas cartas quiser. O objetivo de cada um é somar mais pontos que o crupiê, até o máximo de 21 pontos.

Quem somar 22 pontos ou mais “estourou” e está fora do jogo, perdendo o valor da aposta. Finda a distribuição das cartas adicionais, o crupiê faz seus últimos movimentos. Ele é obrigado a comprar cartas até atingir o mínimo de 17 pontos. A partir daí…

  • Se ele “estourar”, perde o jogo e paga as apostas de todo mundo que ainda está na mesa.
  • Se fizer entre 17 e 21 pontos, ele anuncia sua pontuação e recolhe todas as apostas de quem fez menos pontos que ele. Ele paga as apostas de quem fez mais pontos. Em caso de empate, o jogador nem perde nem ganha.

Vitória natural

O jogador que recebe um ás e um 10 (ou uma figura, dá no mesmo) fez um Blackjack “natural”. Isto dá direito a um valor de uma vez e meia sua aposta – a menos que o crupiê também obtenha um natural, caso no qual ficam “elas por elas”.

Não toque, não conte

Na maior parte dos cassinos, as cartas são entregues com a face para cima e é terminantemente proibido tocá-las. Isto torna mais difícil trapacear (mesmo porque as partidas são filmadas), mas ao mesmo tempo possibilita os “card counters”.

Os contadores observam as cartas que vão sendo jogadas e com isso deduzem as que restam. A premissa é que um baralho com alto número de “’10” e ases favorece os jogadores. Essas mesas são mais “quentes” e, com o tempo, dá para faturar alto nelas. Vimos isso em dois filmes famosos.

Em “Rain Man” (1988), o personagem de Dustin Hoffman tem uma memória extraordinária e a usa em cassinos para resolver os problemas financeiros do personagem de Tom Cruise. Já no mais recente e pop “Quebrando a Banca” (2008), um grupo de universitários americanos estuda e bola estratégias para faturar alto em vários fins de semana em Las Vegas. Os cassinos, claro, não gostam nada disso…

E então, curioso para saber mais sobre jogos de cartas? Jogue grátis no NetCartas!

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